O Abelhudo Rock Festival, realizado anualmente no bairro histórico da Cidade Baixa, em Felipe Guerra-RN, consolidou-se como um dos eventos culturais mais importantes do município. Além de promover a diversidade artística e cultural, o festival também atrai turistas, valoriza a memória local e contribui para o fortalecimento da identidade cultural da cidade.
O evento foi idealizado em 2007 pelo artista da terra, compositor e cantor Cezôca, e ao longo de quase duas décadas tem superado desafios para se consolidar. Com o passar dos anos, o Abelhudo Rock ganhou projeção, tornando-se referência cultural não apenas em Felipe Guerra, mas também em outras cidades e regiões do Brasil.
Na edição mais recente, o público presente superou inclusive o de outros eventos tradicionais realizados no município, como o réveillon, demonstrando a força e a relevância que o festival conquistou junto ao público.
Um dos principais apoiadores e divulgadores do evento, Vinícius Valentim (PV), que mantém diálogo próximo com vereadores da Câmara Municipal, articulou junto ao Legislativo o reconhecimento oficial do festival. A partir dessa iniciativa, a bancada de vereadores do PL apresentou proposta que resultou na Lei Municipal nº 620/2025, que reconhece o Abelhudo Rock Festival como Patrimônio Cultural Imaterial do Município de Felipe Guerra-RN.
Valentim agradeceu ao Legislativo e ao Executivo municipal pelo apoio à iniciativa e pela valorização do evento. Segundo ele, o reconhecimento municipal representou apenas o primeiro passo de uma luta maior pela valorização do festival.
Dando continuidade às articulações, Vinícius Valentim procurou o deputado estadual Dr. Bernardo Amorim, a quem apresentou a importância cultural e a dimensão que o evento alcançou ao longo dos anos.
Sensibilizado com a relevância do festival, o parlamentar apresentou na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) o Projeto de Lei nº 498/2025, que propõe reconhecer o Abelhudo Rock Festival como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte.
A matéria já recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa e segue tramitando de forma regimental na Casa.


