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Brasil fica fora de coalizão internacional contra o narcotráfico e decisão gera críticas

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não integrar a coalizão internacional “Escudo das Américas”, formada por 13 países para fortalecer o combate ao narcotráfico e às organizações criminosas, gerou críticas de analistas e opositores no cenário político.

A iniciativa tem como objetivo ampliar a cooperação entre os países do continente no enfrentamento a cartéis e facções criminosas, por meio da troca de informações de inteligência, realização de operações conjuntas e rastreamento financeiro de redes ligadas ao tráfico internacional de drogas.

De acordo com críticos da medida, o Brasil optou por não aderir ao grupo e preferiu manter uma linha diplomática alinhada a países como Colômbia e México em temas relacionados à segurança regional. A posição brasileira ocorre em meio a discussões internacionais sobre a possibilidade de classificar facções criminosas como organizações terroristas.

O governo brasileiro também tem defendido cautela em relação à proposta apresentada pelos Estados Unidos de incluir grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho em listas internacionais de terrorismo. Para especialistas em segurança pública, essa classificação poderia ampliar instrumentos jurídicos de cooperação internacional e facilitar ações conjuntas contra essas organizações.

Críticos afirmam que a postura do Brasil pode estar associada a afinidades políticas com o presidente colombiano Gustavo Petro, que tem defendido estratégias que incluem negociação e diálogo em algumas frentes do combate ao narcotráfico.

O tema tem provocado debate entre especialistas, parlamentares e analistas de segurança sobre qual modelo de enfrentamento ao crime organizado deve prevalecer na América Latina.

Enquanto isso, pesquisas recentes de percepção pública apontam que a segurança pública segue entre as principais preocupações da população brasileira, ampliando a pressão por medidas mais firmes contra o avanço das facções e do narcotráfico no país.

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Postado por MOSSORÓ NEWS

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