in

‘Cadê a turminha da carta pela democracia?’, questiona Bolsonaro em MG

Declaração sobre operação da Polícia Federal que mira empresários foi dada pelo presidente durante comício em Betim.

TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL - ARQUIVO

O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou pela primeira vez em público, nesta quarta-feira (24), a operação da Polícia Federal que mirou empresários suspeitos de defender um golpe de Estado em mensagens trocadas no WhatsApp.

“Somos ainda um país livre. E eu pergunto a vocês: o que aconteceu no tocante aos empresários agora? Esses oito empresários, tenho contato com dois deles: Luciano Hang e Meyer Nigri. Cadê aquela turminha da carta pela democracia?”, disse Bolsonaro, durante comício em Betim, Minas Gerais.

“A gente sabe que em época de campanha continuam lobos em pele de cordeiro. Acreditar que eles são democratas e nós não somos?”, continuou.

Operação
A operação que envolve os empresários citados por Bolsonaro ocorreu nesta terça-feira (23). Foram recolhidos celulares, computadores e outros equipamentos com arquivos digitais em endereços ligados aos suspeitos.

A decisão foi tomada após a revelação da existência de um grupo de WhatsApp em que eles falavam sobre um golpe de Estado para o caso de Bolsonaro não ser reeleito.

As buscas feitas pela Polícia Federal foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O inquérito está em sigilo, mas o R7 apurou que foram cumpridos mandados no Ceará, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e em São Paulo.

No dia da operação, Bolsonaro cumpria agenda em São Paulo. Durante almoço com empresários na residência de João Camargo, presidente do grupo Esfera Brasil, o chefe do Executivo federal lamentou reservadamente a decisão de Moraes e a ação policial.

R7.com

Avatar photo

Postado por MOSSORÓ NEWS

Somos um veículo de comunicação conservador que tem como essência a prática de um jornalismo independente, ético e comprometido com a verdade. Nosso trabalho une informação precisa e relevante à análise crítica e à opinião responsável sempre que necessário, pois acreditamos que o jornalismo não deve ser neutro diante da realidade. Defendemos valores que sustentam a sociedade — como família, tradição, liberdade e ordem — e entendemos que imparcialidade significa fidelidade aos fatos, sem submissão a narrativas impostas. Ao mesmo tempo, buscamos dar voz aos cidadãos comuns, muitas vezes silenciados pela grande mídia, ouvindo diferentes pontos de vista e priorizando pautas de real interesse público. Nosso compromisso é oferecer conteúdo que forme leitores mais conscientes, engajados e comprometidos com a verdade. Valorizamos também a experiência de quem nos acompanha, disponibilizando uma plataforma clara, acessível e interativa, que estreita a relação com o público e fortalece a confiança no nosso trabalho. Em resumo, somos um jornalismo conservador, crítico e com opinião sempre que necessário, sustentado pela transparência e pela defesa inegociável da verdade como base para fortalecer a democracia, a cidadania e o progresso da sociedade.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

IPCA-15 tem deflação de 0,73% em agosto

Como a escalada de decisões de Moraes ameaça a democracia