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Carlos Eduardo discutirá com PDT nacional acertos da aliança com PT

Pedetista irá a Brasília conversar com presidente do partido, Carlos Lupi, arranjos finais do acordo político no RN.

Em Brasília, Carlos Eduardo Alves ainda vai resolver a situação dos vereadores de Natal - Foto: José Aldenir

As articulações em torno da aliança política entre o presidente estadual do PDT, Carlos Eduardo Alves e a governadora Fátima Bezerra (PT) para composição da chapa majoritária para as eleições de outubro, ficaram mais próximas da consolidação. Na próxima terça-feira 8, o ex-prefeito de Natal irá a Brasília para cumprir agenda política com o presidente nacional do PDT, Carlos Roberto Lupi, quando discutirão os arranjos finais da aliança PDT-PT no Rio Grande do Norte.

A expectativa é que, durante a reunião, os dois Carlos definam também a formação das nominatas proporcionais no Rio Grande do Norte, onde a intenção é lançar candidatos próprios para concorrer às vagas de deputados estaduais e federais.

Em entrevista recente ao AGORA RN, o ex-prefeito de Natal afirmou: “As conversas avançaram e afirmo que é, realmente, uma aliança política tendo Fátima Bezerra como candidata à reeleição e eu como candidato ao Senado Federal”.

Com relação à disputa pela presidência da República, a aliança entre as duas siglas no Estado não sofrerá nenhum impacto. O combinado é que, de um lado, Fátima Bezerra siga pedindo votos para eleger o ex-presidente Lula (PT) e, do outro lado, Carlos Eduardo permaneça angariando eleitores para Ciro Gomes (PDT).

Ele admitiu ainda ter se arrependido de ter apoiado o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2018. “Na realidade, apoiei e votei nele. No primeiro turno, votei em Ciro Gomes. No segundo, em Bolsonaro. Mas, me arrependi. Cometi um erro. Quem não cometeu erros? Eu cometi. Há uma frustração grande e eu já fiz essa autocrítica há muito tempo”, lamentou.

Oposição se prumo

Já com relação ao RN, ele foi enfático ao falar sua visão com relação à oposição. “A oposição está desarrumada. Está desunida. O bolsonarismo tem dois candidatos. Nenhum deles quer disputar o governo, não sei porque. Os tucanos estão divididos. Metade apoia o governo, a partir da presença forte do presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira.

A outra metade, a oposição. A candidatura de Benes Leocádio não vingou. A tentativa de que eu fosse o candidato não vingou, eles estão fazendo um esforço sobre Ezequiel, que, se aceitar isso, terá enorme dificuldade. Até agora, ele não falou se aceita ou não, depois de estar no governo e ter indicações a cargos comissionados, ser candidato da oposição. Até este momento, a oposição está sem prumo”, pontuou.

Agora RN

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Postado por MOSSORÓ NEWS

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