in

Dólar volta a cenário pré-pandemia e fecha pregão cotado em R$ 4,66

Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

A moeda norte-americana fechou na menor cotação em dois anos e voltou a níveis pré-pandemia de Covid-19. No pregão desta sexta-feira (1º/4), o dólar fechou em R$ 4,66.

O fechamento foi próximo ao mínimo registrada no dia, de R$ 4,663, e sua cotação atingiu o menor valor desde o pregão de 10 de março de 2020, quando encerrou o dia em R$ 4,6447. Desde o início de 2022, o dólar acumula 16% de desvalorização. Em 13 semanas de negociações, a moeda registrou queda na sua cotação em 11 delas.

A expectativa do dia girava em torno do relatório dos empregos criados no Estados Unidos no mês de março, chamado de “payroll”. Os números vieram abaixo da expectativa com 431 mil vagas abertas em trabalhos não agrícolas, e a esperança da Casa Branca era de atingir uma marca próxima aos 500 mil novos ofícios.

Outro fator que explica a alta na valorização do real e, por consequência, a baixa na cotação do dólar é a alta no preço das commodities. Países exportadores como Chile e Colômbia viram suas moedas valorizarem no cenário internacional. O real, com uma ajuda do aumento da taxa Selic (o que torna o país mais atraente para investimentos), lidera o setor com o melhor desempenho global no ano.

Jovem Pan

Avatar photo

Postado por MOSSORÓ NEWS

Somos um veículo de comunicação conservador que tem como essência a prática de um jornalismo independente, ético e comprometido com a verdade. Nosso trabalho une informação precisa e relevante à análise crítica e à opinião responsável sempre que necessário, pois acreditamos que o jornalismo não deve ser neutro diante da realidade. Defendemos valores que sustentam a sociedade — como família, tradição, liberdade e ordem — e entendemos que imparcialidade significa fidelidade aos fatos, sem submissão a narrativas impostas. Ao mesmo tempo, buscamos dar voz aos cidadãos comuns, muitas vezes silenciados pela grande mídia, ouvindo diferentes pontos de vista e priorizando pautas de real interesse público. Nosso compromisso é oferecer conteúdo que forme leitores mais conscientes, engajados e comprometidos com a verdade. Valorizamos também a experiência de quem nos acompanha, disponibilizando uma plataforma clara, acessível e interativa, que estreita a relação com o público e fortalece a confiança no nosso trabalho. Em resumo, somos um jornalismo conservador, crítico e com opinião sempre que necessário, sustentado pela transparência e pela defesa inegociável da verdade como base para fortalecer a democracia, a cidadania e o progresso da sociedade.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Carlos Eduardo tem 27,7%; e Rogério Marinho, 19,2%, em pesquisa Seta para o Senado; confira 7 cenários de disputa

SONHOS E PESADELOS SUPREMOS