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Governo é contra a vacinação por gripe aviária

O país teme que a aplicação do imunizante resulte em barreiras contra as exportações.

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

O governo do Brasil não é favorável à vacinação contra a gripe aviária. As autoridades do país temem que a medida poderia resultar em barreiras comerciais sobre as exportações brasileiras do setor.

O país é o maior exportador de carne de aves no planeta. Em maio, oito casos da doença foram registrados no país: sete no Espírito Santo e um no Rio de Janeiro. Todas as contaminações ocorreram em pássaros selvagens.

Em razão das notificações, o Ministério da Agricultura declarou estado de emergência zoossanitária. Desse modo, o governo do Brasil tenta impedir que a gripe aviária não chegue às criações comerciais.

“Atualmente, o Brasil está livre de gripe aviária”, disse Eduardo Cunha, delegado do governo brasileiro na sessão geral da Organização Mundial da Saúde Animal, em Paris. “Se nosso status epidemiológico mudar e eventualmente decidirmos vacinar, temos um forte sentimento de que seremos submetidos a algumas barreiras comerciais.”

Ao longo de 2022, o país faturou quase US$ 10 bilhões com as exportações de carnes de aves. Entre janeiro e abril de 2023, a cifra já se aproxima de 4 US$ bilhões.

Os Estados Unidos relutam em aderir à medida, de acordo com a agência Reuters. Os norte-americanos figuram como os maiores produtores mundiais de carne de frango e estão na segunda posição do ranking mundial de exportações. Assim, o Brasil não é o único país a evitar a vacinação contra a gripe aviária.

Revista Oeste

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Postado por MOSSORÓ NEWS

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