in

Ministra da Agricultura vai ao Canadá para tentar suprir demanda por fertilizante

Visita está marcada para 12 de março. Brasil importa 95% do potássio que utiliza em suas lavouras e o conflito pode provocar uma onda de desabastecimento, impactando brutalmente a oferta e o preço dos produtos agrícolas.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, acaba de marcar para o dia 12 de março uma visita ao Canadá.

O objetivo é contornar uma potencial falta de fertilizantes no mercado em razão da invasão russa na Ucrânia.

Dentre os nutrientes mais importantes, destacam-se os chamados macronutrientes primários: nitrogênio (que faz a planta crescer), fósforo (faz a planta ficar forte) e potássio (que faz a planta amadurecer). Mas é no mercado de potássio em que está a nossa maior dependência externa.

O Brasil importa 95% do potássio que utiliza em suas lavouras e o conflito pode provocar uma onda de desabastecimento, impactando brutalmente a oferta e o preço dos produtos agrícolas.

“Estamos dependentes da guerra para abastecer parte do mercado de potássio. Sem ele, pode haver frustração da próxima safra (que começa a ser plantada no segundo semestre)”, disse uma fonte do setor.

Como o Canadá figura entre os maiores exportadores do planeta, a saída foi buscar alternativas caso a situação se agrave.

Segundo dados da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência –utilizados pelo Ministério da Agricultura e obtidos pelo blog–, 80% do potássio utilizado no mundo vem de países como Canadá, Israel, Rússia, Belarus e da Alemanha.

Como a preocupação do governo é alta, a ministra da Agricultura pediu uma reunião com oficiais canadenses para saber o quanto a mais o país pode fornecer ao Brasil.

Por Natuza Nery – G1

Avatar photo

Postado por MOSSORÓ NEWS

Somos um veículo de comunicação conservador que tem como essência a prática de um jornalismo independente, ético e comprometido com a verdade. Nosso trabalho une informação precisa e relevante à análise crítica e à opinião responsável sempre que necessário, pois acreditamos que o jornalismo não deve ser neutro diante da realidade. Defendemos valores que sustentam a sociedade — como família, tradição, liberdade e ordem — e entendemos que imparcialidade significa fidelidade aos fatos, sem submissão a narrativas impostas. Ao mesmo tempo, buscamos dar voz aos cidadãos comuns, muitas vezes silenciados pela grande mídia, ouvindo diferentes pontos de vista e priorizando pautas de real interesse público. Nosso compromisso é oferecer conteúdo que forme leitores mais conscientes, engajados e comprometidos com a verdade. Valorizamos também a experiência de quem nos acompanha, disponibilizando uma plataforma clara, acessível e interativa, que estreita a relação com o público e fortalece a confiança no nosso trabalho. Em resumo, somos um jornalismo conservador, crítico e com opinião sempre que necessário, sustentado pela transparência e pela defesa inegociável da verdade como base para fortalecer a democracia, a cidadania e o progresso da sociedade.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Com voto do Brasil, ONU aprova resolução contra invasão russa da Ucrânia

Janela para troca de partido sem perda de mandato começa nesta quinta-feira; ALRN pode ter mudanças