Faleceu nesta quinta-feira (25) a jornalista Helga Oliveira, aos 51 anos. Uma das primeiras mulheres a atuar na cobertura esportiva da televisão potiguar, ela estava em tratamento contra leucemia há cerca de cinco anos e permaneceu internada nas últimas semanas após uma gripe evoluir para quadro de pneumonia agressiva.
Helga construiu sua trajetória profissional com destaque na TV Cabugi, abrindo caminho para outras mulheres na área. Além do jornalismo esportivo, ela também se dedicou a causas de inclusão. Mãe de dois filhos, sendo um deles diagnosticado com transtorno do espectro autista, transformou sua vivência em ação de informação e acolhimento. Em 2018, participou ao lado do filho de uma campanha institucional da Assembleia Legislativa do RN, que abordou a importância do diagnóstico e da intervenção precoces.
Ela deixa o esposo, também jornalista Luís Henrique, e os filhos Pedro e Caio. A data e horário do velório e sepultamento ainda não haviam sido definidos até o fechamento desta matéria.
Em nota, a Assembleia Legislativa lamentou a perda e prestou solidariedade à família. “Neste momento de dor, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte se solidariza com seu esposo, Luís Henrique, seus filhos Pedro e Caio, demais familiares, amigos e toda a comunidade da comunicação potiguar, desejando força, conforto e serenidade diante desta irreparável perda. Descanse em paz, Helga”, diz o texto.
A Associação dos Cronistas Esportivos do RN também manifestou pesar, classificando sua partida como uma “lacuna no jornalismo potiguar”. Como forma de homenagem, os jogos de futebol previstos para este fim de semana terão um minuto de silêncio em sua memória.
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