Natural de Mossoró, onde nasceu em 9 de setembro de 1933, filho de Francisco José da Silva e Francisca Laura da Silva, construiu uma trajetória de décadas voltada à formação acadêmica e à preservação da produção intelectual potiguar.
Mossoró e todo o Rio Grande do Norte perdem, nesta terça-feira (30), um dos maiores nomes da educação, da cultura e do direito: o professor, advogado e escritor Elder Heronildes da Silva, aos 92 anos. Familiares confirmaram a informação, informando que a morte ocorreu por causas naturais, enquanto ele recebia cuidados médicos em internação.
Sua ligação com a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) é uma das marcas mais relevantes de sua carreira: ocupou o cargo de reitor no período de 1976 a 1977, sucedendo Gabriel Fernandes de Negreiros. Posteriormente, exerceu a vice-reitoria nas gestões de Maria Gomes — a primeira mulher a assumir a reitoria da instituição — e de Genivan Josué Batista.
Além da atuação na educação superior, foi um intelectual atuante: sócio fundador da cadeira nº 17 da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Norte, também figurou entre os fundadores da Academia Mossoroense de Letras (AML). Integrava ainda a Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANRL) e a Academia de Ciências Jurídicas e Sociais de Mossoró.
Deixa a esposa Zélia Macedo Heronildes e os filhos George Macêdo Heronildes e Disreeli Macêdo Heronildes.
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