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O esquerdismo e sua democracia

Não sei por que a cúpula do sistema que hoje domina o nosso país não extermina de vez os Bolsonaro da face da terra como fizeram Hitler e Stálin contra os seus adversários políticos em sua época se seus integrantes, inexoravelmente, contariam com toda a omissão e, por que não dizer: satisfação, dos grandes juristas pseudo democratas esquerdistas brasileiros; das instituições antigamente consideradas responsáveis pela defesa da democracia (OAB/PGR/IBI) e, finalmente, de boa parte dos eleitores da republiqueta petista do Xandaquistão.

Se eles apoiam o maior parceiro dos terroristas do PCC; do crime organizado brasileiro; do Hamas e do Irã, que executam impiedosamente mulheres e homossexuais, a saber: o gângster Lularápio da Silva, por que não adorariam assistir ao extermínio e a aniquilação em praça pública, exatamente como os cidadãos romanos assistiam os cristãos sendo martirizados no Coliseu, aquilo que consideram se tratar da família mais infame da terra?

De fato, a democracia deles estaria finalmente consolidada com essa medida a qual seria a prova cabal de sua pseudo pura, lídima e evidente predisposição democrática que tanto vociferam até que um dia, num futuro não muito distante, o país chegasse à lucidez e à constatação da barbaridade que o povo deste país foi capaz de promover, principalmente em virtude do linchamento moral diário engendrado pelo mais poderoso veículo de comunicação nacional, a Rede Goebels, invariavelmente paga para isso com vultosos recursos da nação, repassados à ela pelo sistema para preparar e estimular o dia da execução final ou, na verdade, SOLUÇÃO FINAL, o mesmo título dado pelos nazistas ao seu projeto de extermínio do povo judeu.

Imagens: Reprodução

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Postado por Gladstone Heronildes

Advogado civil e trabalhista com mais de 25 anos de experiência, professor de Direito Civil, Trabalhista e Ética da OAB, tradutor e intérprete fluente em inglês, francês e espanhol. Pós-graduado em Direito pela ESMARN, atuou em importantes escritórios e empresas de Natal e Mossoró, prestando assessoria jurídica, tradução e consultoria. Foi ouvidor e conselheiro da OAB/RN, além de fundador da Comissão de Estudos e Formação em Ciência Política da OAB/RN. Experiência docente em idiomas e Direito, participação em congressos nacionais e atuação como analista político em rádios. Cristão presbiteriano, dedica-se à educação, à advocacia e à promoção do conhecimento jurídico e linguístico.

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