in

Presidente do TSE define regras: uso de IA em campanha é permitido, mas proibido para ataques

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais é lícito — desde que não seja empregado para prejudicar candidatos, políticos ou qualquer cidadão. “Usar IA para fazer campanha é permitido. O que não pode é usar para prejudicar alguém”, definiu.

A declaração foi dada após a Convenção Nacional do PL, no último sábado (25), quando foi oficializada a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência. Durante o evento, foi exibido um vídeo com a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro produzido por inteligência artificial. No dia seguinte, a Federação Brasil da Esperança — formada por PT, PV e PCdoB — acionou o TSE questionando a legalidade da peça e alegando propaganda antecipada, além de encaminhar o caso ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Sobre a ação, o presidente da Corte Eleitoral informou que o processo será analisado conforme a resolução que regulamenta o uso da tecnologia nas eleições, mas preferiu não adiantar juízo sobre o mérito da questão. Ele acrescentou que o Judiciário já utiliza a inteligência artificial em suas atividades e defendeu que ela não seja tratada como algo ilícito de forma genérica.

Com a definição, o TSE estabelece um marco claro para a campanha: a tecnologia pode ser ferramenta de comunicação e apresentação de propostas, mas não pode servir para difamação, desinformação ou manipulação contra adversários.

Foto: Reprodução

Avatar photo

Postado por MOSSORÓ NEWS

Somos um veículo de comunicação conservador que tem como essência a prática de um jornalismo independente, ético e comprometido com a verdade. Nosso trabalho une informação precisa e relevante à análise crítica e à opinião responsável sempre que necessário, pois acreditamos que o jornalismo não deve ser neutro diante da realidade. Defendemos valores que sustentam a sociedade — como família, tradição, liberdade e ordem — e entendemos que imparcialidade significa fidelidade aos fatos, sem submissão a narrativas impostas. Ao mesmo tempo, buscamos dar voz aos cidadãos comuns, muitas vezes silenciados pela grande mídia, ouvindo diferentes pontos de vista e priorizando pautas de real interesse público. Nosso compromisso é oferecer conteúdo que forme leitores mais conscientes, engajados e comprometidos com a verdade. Valorizamos também a experiência de quem nos acompanha, disponibilizando uma plataforma clara, acessível e interativa, que estreita a relação com o público e fortalece a confiança no nosso trabalho. Em resumo, somos um jornalismo conservador, crítico e com opinião sempre que necessário, sustentado pela transparência e pela defesa inegociável da verdade como base para fortalecer a democracia, a cidadania e o progresso da sociedade.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

PL afirma ter levantamento interno, o qual aponta que Flávio herdaria quase 90% dos votos de Caiado e Zema no 2° turno

Verdade vem à tona: não foi Álvaro Dias quem pediu extinção de perfil de Allyson Bezerra; ação partiu de assessoria jurídica independente