A esquerda brasileira diz que Flávio Bolsonaro, uma vez presidente da novel republiqueta petista do Xandaquistão, colocaria o Brasil de joelhos para com os EEUU mas daí nos sobrevem a seguinte indagação: o que faz o presidente gângster Lula em relação ao ditador chinês Xi Jing Pin já nos dias de hoje?
É importante salientar que, na verdade, sempre houve superpotências e ou impérios no mundo, notadamente a partir de nações que se destacaram ou se destacam pela capacidade do seu povo e, desta feita, ampliam o seu poder econômico e político no cenário geopolítico global e, reservadas as devidas proporções do seu alcance, vale lembrar dos grandes impérios Egípcio, Mesopotâmico, Persa, Grego, Otomano, Austro-húngaro, Britânico e Francês e, atualmente,o Estadudinense.
Não podemos olvidar do fato de que quase ficamos ao lado de Hitler na 2a. Guerra com Getúlio Vargas e, se dependesse dos comunistas brasileiros, teríamos ficado do lado de Stálin depois da 2a. guerra e então teríamos optado por dois tiranos ao invés dos presidentes democráticos dos Estados Unidos.
Hoje querem e já estão fazendo com que o país fique a serviço da China ditatorial do partido comunista em razão desse afã eterno de alguns de querer destruir a todo custo a força dos Estados Unidos da América posto que, apesar de este ser o maior propulsor de desenvolvimento global a partir do ocidente no âmbito tecnológico, industrial, artístico, bélico e científico de todos os tempos, é também paralelamente o maior defensor e protetor das liberdades individuais e do capitalismo no mundo e isso provoca a inveja, a ira e a reação de nações governadas por indivíduos nanicos intelectuais e diplomáticos como é o caso do atual presidente Lula cujo despeito brota como um vulcão contra os EEUU em razão do seu reconhecimento da falência moral e produtiva de tudo aquilo que acreditava e esperançava como benéfico para o mundo: o socialismo/comunismo diante da grandeza do sistema capitalista de produção.
Nesse diapasão, bom frisar que é indubitavelmente cediço que, no contexto histórico mundial, ficar do lado dos EEUU no espectro dos conflitos e disputas entre essas superpotências, empiricamente sempre foi o melhor caminho e alternativa para o Brasil em todos os tempos.
Na contramão desse caminho, o atual governo brasileiro vem protagonizando um alinhamento de favorecimento à maior rival econômica dos EEUU da atualidade, ao ponto de fazer com que montadoras de veículos americanas e europeias ora estejam caminhando para a inevitável bancarrota numa velocidade exponencial no nosso país com a desastrosa diminuição da sua produção, comercialização e venda dos seus produtos, desencadeando, por seu turno, uma sequência de fechamento de postos de trabalho e gerando desemprego em massa.
As montadoras de veículos chinesas BYD e GWM operam na sua linha de produção com jornada de trabalho de 12 horas diárias, sem férias, sem 13o. Salário e sem CLT para proteção dos direitos essenciais dos seus operários em tais montadoras e estas, por sua vez, ainda recebem subsídios do governo chinês e até sazonais isenções privilegiadas de impostos pelo governo brasileiro atual enquanto as europeias se mantêm com custos enormes em relação aos seus operários que recebem altos salários e aos quais são conferidos inúmeros direitos trabalhistas com apenas 35 horas de trabalho semanais em média, assim como as americanas com alto custo de produção geral nos EEUU para depois terem que enfrentar alíquotas de 40/60% de impostos federais embutidos no valor de venda dos seus produtos.
Essa realidade permite que as fabricantes e montadoras chinesas possam competir produzindo automóveis bem mais baratos do que os das concorrentes internacionais da Alemanha, França, Itália, Suécia e EEUU, o que, a princípio, notadamente pode ser enxergado como algo positivo para o consumidor nacional; porém, se isso se alongar por mais quatro anos ou mais, se tornará um desespero para esse mesmo consumidor brasileiro a médio-longo prazo, visto que, com o passar das gerações, simplesmente não haverá mais concorrentes para as empresas chinesas e estas, uma vez se consolidando sozinhas no mercado interno, implantarão daí em diante a política hegemônica de preços que então bem quiserem e entenderem, pois o país por esses tempos já terá se tornado totalmente refém dos seus veículos e de suas máquinas agrícolas e industriais.
Como bem dizia o rei judeu Salomão: não há nada de novo debaixo do céu, tudo se repete debaixo do sol, inclusive até a estupidez e a falta de sensatez de muitos pseudo intelectuais da extrema esquerda que induzem grande parte de um povo e conduzem todo ele a um inescusável mal-estar decorrente de um erro irreparável ou de dificílima reparação.
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